A Receita Federal abre, nesta sexta-feira (24), às 9h, a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao todo, 2,74 milhões de contribuintes serão contemplados, com o pagamento de R$ 4,61 bilhões em restituições. Os depósitos estão programados para o dia 31 de julho.
A consulta permite que o contribuinte verifique se foi incluído neste lote e identifique eventuais pendências que possam impedir o pagamento, como a retenção da declaração na chamada malha fina.
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Quem recebe a restituição neste lote
Segundo as informações divulgadas, o terceiro lote contempla diferentes grupos de contribuintes. Entre eles estão aqueles que tiveram prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e/ou escolherem receber a restituição via PIX.
A distribuição dos pagamentos ficou da seguinte forma:
• 839.464 restituições para contribuintes com prioridade pela declaração pré-preenchida e/ou opção de recebimento via PIX;
• 507.262 restituições destinadas a pessoas enquadradas em outros critérios de prioridade;
• 1.396.474 restituições para contribuintes sem prioridade legal.
Calendário da restituição do Imposto de Renda 2026
A Receita Federal realizará os pagamentos restantes da restituição conforme o cronograma abaixo:
• 1º lote: 29 de maio;
• 2º lote: 30 de junho;
• 3º lote: 31 de julho;
• 4º lote: 28 de agosto.
Como consultar a restituição do Imposto de Renda
A consulta pode ser feita diretamente na página da Receita Federal, acessando a área “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, a opção “Consultar a Restituição“.
Além da confirmação do pagamento, o sistema permite acompanhar a situação da declaração por meio do extrato de processamento disponível no e-CAC. Caso seja identificada alguma inconsistência, o contribuinte poderá enviar uma declaração retificadora para corrigir as informações.
Também é possível consultar a restituição pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones, que reúne informações sobre a liberação dos valores e a situação cadastral do CPF.
O que fazer se houver erro nos dados bancários
A Receita Federal informou que a restituição somente é depositada em conta bancária de titularidade do próprio contribuinte. Caso exista algum problema nos dados bancários informados ou na conta indicada, o crédito não será realizado.
Nessas situações, o contribuinte poderá solicitar o reagendamento do pagamento pelo Banco do Brasil dentro do prazo de até um ano contado da primeira tentativa de crédito. Para isso, será necessário informar o valor da restituição e o número do recibo da declaração.
Se o valor não for resgatado dentro desse período, será preciso solicitar o pagamento por meio do Portal e-CAC.
Consulta também informa se a declaração caiu na malha fina
Além de verificar a restituição, o trabalhador pode consultar se sua declaração foi retida na malha fina.
A consulta é realizada no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), utilizando uma conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Dentro do sistema, basta acessar “Declarações e Demonstrativos”, selecionar “Meu Imposto de Renda” e consultar a declaração de 2026.
O serviço informa se:
• a declaração foi processada normalmente; ou
• existem pendências que impedem a liberação da restituição.
Como regularizar a situação
Quando a declaração é retida na malha fina, significa que foram encontradas divergências entre as informações declaradas e os dados disponíveis para a Receita Federal.
Essas diferenças podem ter origem em informações incorretas prestadas pelo próprio contribuinte, pela fonte pagadora ou por prestadores de serviços.
Ao acessar o e-CAC, o contribuinte consegue identificar qual é a pendência apontada pela Receita. Se o erro tiver sido cometido na própria declaração, basta enviar uma declaração retificadora para corrigir os dados. Após a regularização, a declaração deixa a malha fina.
Já quando a divergência decorre de informações prestadas pela empresa empregadora ou por terceiros, o contribuinte deverá aguardar a correção desses dados para que a situação seja regularizada.
(Com informações de g1)
(Foto: Reprodução)







