A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) marcou o Dia do Trabalhador com uma série de mobilizações realizadas de forma descentralizada em diversas regiões do país. Os atos reuniram trabalhadores e lideranças sindicais em torno de pautas coletivas, com destaque para a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1 sem diminuição salarial.
As manifestações aconteceram entre os dias 30 de abril e 1 de maio em diferentes cidades brasileiras, reforçando o alcance nacional da mobilização. Além de atos em Brasília (DF) e em Niterói (RJ), na região nordeste do país a Avenida Beira-Mar, em Fortaleza (CE), foi palco de um grande público que reuniu trabalhadores em celebração a data e em defesa de melhores condições de trabalho.
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Salvador (BA) registrou mobilização expressiva no Jardim de Alah, na zona leste da capital. Em São Luís (MA) a concentração ocorreu no Centro Histórico da cidade. Já no sul, o município de Carazinho (RS) promoveu um ato de caráter comunitário na Praça 1º de Maio, reunindo trabalhadores e suas famílias em um ambiente que combinou atividades culturais e serviços gratuitos de alimentação e lazer.
Ainda no Rio Grande do Sul, o encontro em Três Passos fez a junção de canções e poesia, e em Caxias do Sul o representante sindical da categoria dos vigilantes, Claudiomir Brum, destacou a importância da união da classe trabalhadora e do fortalecimento das lutas coletivas.
“Precisamos do apoio da população para que a escala 6×1 seja extinguida e os trabalhadores do Brasil sejam respeitados. É o trabalhador que faz a luta”, defendeu o sindicalista.
A principal reivindicação presente em todos os eventos foi o fim da escala 6×1, alertando a necessidade de mobilização popular para pressionar por melhorias nas condições de trabalho no país, em especial o impacto dessa jornada sobre as mulheres trabalhadoras.
A rotina extensa dificulta o acompanhamento da vida familiar, especialmente no cuidado com os filhos, evidenciando desigualdades que a proposta pela redução da jornada de trabalho busca enfrentar.
Para os sindicatos, a mudança deve melhorar a qualidade de vida, ampliar o convívio familiar e garantir maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
Ao descentralizar as celebrações pelo 1º de Maio, a CSB propiciou a ampliação da participação popular e o fortalecimento do vínculo direto com trabalhadores, além de permitir maior visibilidade as demandas locais de cada região.
Confira fotos dos eventos:















