Em 26 de maio de 2026 centrais sindicais, confederações, federações, sindicatos e o movimento social celebraram a aprovação na Câmara dos Deputados, por 461 votos favoráveis e 19 contrários, da PEC que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução sala rial, e estabelece o fim da escala 6×1.
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Essa vitória histórica para a classe trabalhadora brasileira, resultou de um processo de diálogo e negociação com os deputados e deputadas e com o governo federal, sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta, que conferiram prioridade a essa pauta.
Agora é a vez do Senado Federal mostrar que também está do lado das trabalhadoras e dos trabalhadores!
Estamos confiantes de que o presidente do Senado Davi terá a sensibilidade e a sabedoria necessárias para conduzir a aprovação definitiva desses direitos funda mentais.
A PEC assegura aos setores econômicos oportunidade e tempo para adaptação e transição, prevê a redução da jornada de forma compatível com as transformações do mundo do trabalho e fortalece a negociação coletiva para tratar da diversidade da realidade setorial.
São avanços que fortalecem o desenvolvimento nacional com soberania, inclusão social e valorização do trabalho.
A redução da jornada garantirá:
- Saúde;
- Família;
- Formação;
- Lazer;
- Descanso.
A redução da jornada:
- Aumenta produtividade;
- Incentiva a inovação;
- Qualifica o tempo de trabalho;
- Reduz acidentes e doenças ocupacionais;
- Gera novos empregos.
Beneficia trabalhadores, empresas e o Brasil. Todos ganham!
Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Sonia Zerino, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Nilza Pereira, secretária-geral da Intersindical
José Gozze, presidente da Pública
Luiz Arraes, coordenador nacional do FST







