Central dos Sindicatos Brasileiros

Grupo de Trabalho se reúne para analisar previdência complementar no Mato Grosso

Grupo de Trabalho se reúne para analisar previdência complementar no Mato Grosso

Fórum Sindical acredita ser necessário saber se de fato existe déficit no atual modelo

Formado pelo presidente do MT Previ, Elliton Oliveira de Souza, técnicos da autarquia e representantes dos segurados, entre eles, Vanio Luis Brandalise, do Sintap-MT, Luiz Cláudio, representante do Fórum Sindical no conselho do MT PREV e pelo presidente substituto da Seccional Mato Grosso da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Wagner de Oliveira, o grupo de trabalho que analisa a implantação de uma previdência complementar no estado se reuniu na última sexta-feira (8), na sede da MT Prev.

Segundo o dirigente da Central, que também representa o Fórum Sindical, o GT nasceu para fazer uma avaliação do novo modelo sugerido pelo Poder Executivo.

“O grupo está fazendo estudos e avaliações. Vamos fazer um relatório a respeito das nossas impressões, o que entendemos que é bom e o que não é em relação à previdência complementar”, disse Wagner em relação ao modelo que o grupo recebeu do estado de Goiás.

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Ainda segundo o dirigente, antes de implementar um novo modelo, é necessário saber o que deu errado no antigo e se realmente houve equívocos.

“A nossa posição quanto ao Fórum é que nós somos contra qualquer novo modelo de previdência enquanto a gente não descobrir os reais motivos de uma suposta falência do modelo que nós temos. Não aceitamos este rompimento de um sistema de previdência enquanto não fizermos um estudo completo com cálculos atualizados a respeito do tema. Precisamos saber se existe um déficit mesmo e qual a origem dele”, completou Wagner.

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Com a implantação do novo modelo, não seria possível mensurar a quantidade de servidores afetados.

“Não teríamos como dizer quantos servidores seriam atingidos, pois tem um processo de adesão dos que já estão em atividade. Tudo dependeria de quantas pessoas entendessem que seria interessante aderir a um novo modelo de sistema de previdência complementar. Todos os novos seriam atingidos”, finalizou Wagner.

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