Live do Forum das Mulheres das Centrais Sindicais debate os efeitos da violência contra a mulher

A transmissão contou com a presença de Shirley Maria Camargo, que representou a Central dos Sindicatos Brasileiros

Na última quinta-feira, 10, o Fórum de Mulheres das Centrais Sindicais realizou o encerramento do projeto “21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”. A discussão, feita através de uma live na página da CUT, aconteceu às 17h e trouxe o tema “A violência contra as mulheres e seus efeitos”. O debate contou com a presença das convidadas Rosa Anacleto, diretora do Fenametro e presidente da Unegro, e da Dra. Cláudia Patrícia, advogada e presidente da Comissão da Mulher da OAB-SP, além da cantora e ativista Railídia e representantes das centrais sindicais.

Os “21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, período reconhecido pela ONU e que é fundamental para debater e criar ações para cessar todos os tipos de agressão contra as mulheres. No Brasil, a campanha é iniciada em 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra e se estende até 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. A dinâmica contou com a música de Railidia como abertura e encerramento da live. Logo após foi dado um tempo de fala para cada representante das centrais por meio e em seguida a fala das convidadas especialistas.

Para a representante da CSB, Shirley Maria Camargo de Oliveira, secretária de Organização e Mobilização da Seccional do Mato Grosso, que começou sua fala declarando seu apoio a todas as companheiras sindicalistas, há uma falta de representatividade no meio sindical até mesmo por não ter dirigentes ou presidentes mulheres. “Vivemos em um ambiente que combate as barreiras, mas ainda não é suficiente. É preciso buscar a evolução e quebra de paradigmas para nosso segmento. A própria CSB nos traz liberdade de atuação, mas esse trabalho se estende no nosso dia-a-dia, em nossas bases, na rua e em todos os lugares mais”, afirmou Shirley.

Além da CSB, estiveram presentes representantes da CTB, Força Sindical, CUT, NCST, UGT e CGTB e está salva na página do Facebook da CUT.

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