Servidores da AMAC/Juiz de Fora fazem Ato em defesa do modelo de assistência social do município

Com o apoio da FESERP-MG, CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros) e CSPB (Confederação dos Servidores Públicos do Brasil), os servidores da AMAC/JF (Associação Municipal de Apoio Comunitário de Juiz de Fora) voltaram às ruas na manhã desta quinta-feira (8 de março) para mais um Ato contra o Chamamento Público e, principalmente, em defesa do modelo de assistência social do município – modelo este que está sendo ameaçado com os editais do Chamamento Público que, com irregularidades e direcionados, vem beneficiando uma entidade de Belo Horizonte, a ADRA/Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais Sudeste Brasileira, em detrimento de entidades tradicionais de Juiz de Fora. Os manifestantes se reuniram no Parque Halfeld (centro da cidade) e, ao final, marcaram um novo dia de paralisação, 23 de março, e aventaram a possibilidade de uma greve caso o processo não seja revisto.

Fã incondicional da AMAC (criada em 1985 e, portanto, com uma longa e brilhante folha de serviços e programas prestados à população de Juiz de Fora, principalmente aos mais carentes), o presidente da FESERP-MG, Cosme Nogueira, lembrou que há muito tempo a AMAC vem sofrendo ataques e que o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Juiz de Fora (SINSERPU-JF) é a única entidade que defende os trabalhadores ameaçados. “Há muita hipocrisia e omissão da Administração Municipal e de muitos que lá trabalham. O próprio superintende da AMAC, João Batista Silva, foi a uma Assembleia que decidiu pela última paralisação (a do dia 22 de fevereiro) e votou a favor, só que depois ficou contra”, lembrou Cosme Nogueira, que denunciou ainda práticas antissindicais. “Tem gente na Administração que, não satisfeito em não defender a AMAC e os empregos gerados, preferem atacar o trabalho do Sindicato e a sobrevivência das entidades sindicais”, disse.

O SINSERPU-JF aproveitou a reunião para fazer uma Assembleia específica para os servidores da AMAC, discutindo a ausência do reajuste dos salários pelo IPCA do ano passado, a transferência do pagamento, do último dia do mês para o quinto dia útil do mês subseqüente, e a forma desrespeitosa que a direção da AMAC e a Administração Municipal vêm tratando a categoria. “Está provado que o prefeito Bruno Siqueira (MDB) não gosta e não respeita os trabalhadores. Se não mudar essa sua postura os servidores vão intensificar a reação, com uma greve”, avisou o presidente do SINSERPU-JF, Amarildo Romanazzi.

Fonte: FESERP/MG

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