Central dos Sindicatos Brasileiros

Fórum Distrital contra reforma da Previdência conclama sociedade em defesa da aposentadoria

Fórum Distrital contra reforma da Previdência conclama sociedade em defesa da aposentadoria

Vice-presidente Flavio Werneck representou a CSB durante lançamento da iniciativa, que aconteceu na Câmara Legislativa do Distrito Federal

A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), representada pelo seu vice-presidente Flavio Werneck, participou na noite desta quarta-feira (24) do lançamento do Fórum Distrital contra a reforma da Previdência, no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Entidades sindicais, movimentos sociais, parlamentares, além da representante da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, participaram do ato de lançamento.

Com o objetivo de alertar a população sobre os riscos da reforma da Previdência proposta pelo governo Bolsonaro, Werneck levou ao público exemplos do dia a dia.

“Se a reforma é tão boa, por que você vai me obrigar a dar o dinheiro para um sistema de capitalização do banco? Simplesmente eu paro de pagar, mas eu tenho está opção? Eu sou obrigado a dar o meu dinheiro para o banco em um sistema de capitalização que eu não quero. Eles vão acabar com um sistema que funciona hoje, vão continuar dando a maioria do lucro para banco e ainda vão obrigar você a aderir a um sistema de capitalização para o banco”, falou o dirigente, que também propôs mudança na cobrança dos devedores da Previdência.

“Dinheiro que foi roubado da Previdência é crime, quem cobrou ou desviou é bandido, só que esses têm alternativa legal como refinanciar em 100 anos a dívida e não ser preso. Como policial federal, o que eu falo é que tem que ser mudada a legislação de cobrança. E se o cara cometeu o crime, tem que ser preso, pois está devendo à Previdência”, completou.

Werneck também pediu o esforço de todos para mostrar ao povo o crime que representa a PEC 06.

Além dos discursos, os mais de 200 participantes também fizeram algumas deliberações, como a continuação da coleta de assinaturas para o abaixo-assinado contra a reforma e participar do ato de 1º de maio na Praça do Relógio.

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