Central dos Sindicatos Brasileiros

VI Encontro Nacional dos Técnicos Agrícolas em Brasília discute o Conselho da categoria

VI Encontro Nacional dos Técnicos Agrícolas em Brasília discute o Conselho da categoria

CSB participou do evento realizado entre os dias 23 e 25 de abril na capital federal

A Lei 13.639, que criou o Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas, foi tema do IV Encontro Nacional dos Técnicos Agrícolas, na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília. O evento discutiu de forma ampla de segunda [23] até quarta-feira [25] a lei sancionada pelo presidente Michel Temer em março deste ano. A criação de um conselho federal era uma reivindicação da categoria há quase 30 anos.

 Em 1991, o primeiro projeto que pedia o Conselho Federal de Técnicos Agrícolas exclusivo foi apresentado. O evento promovido pela Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (Fenata) celebrou a vitória com mais de 70 entidades da categoria, de 21 estados. O evento também serviu para estruturar o Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas e também os conselhos regionais. Segundo a lei sancionada, o conselho federal deve estar funcionando em seis meses. Isso significa que deve demorar cerca de um ano para que todos os conselhos, incluindo os estaduais, estejam ativos.

A CSB esteve presente no evento e seguirá acompanhando de perto a formação e a consolidação tanto do conselho federal como também dos conselhos estaduais. O representante da CSB no Maranhão, Wender Rocha, diz que ter a lei sancionada é a prova de que o impossível é possível.

O dirigente salienta que o Conselho não vai só ajudar os técnicos agrícolas, mas também os agrônomos. “Antes da lei ser sancionada, a nossa categoria integrava o Confea/Crea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), mas não tínhamos forte representação por sermos técnicos, e eles, com ensino superior. Agora, vamos ajudar a todos, pois faremos a fiscalização na área rural. O Crea foca muito mais na área urbana e a rural fica de lado. O trabalho será melhor e mais completo a partir da lei”, finaliza.

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